Deixa-me ser – Giuliano Fordelone

Já fui o tempo Já fui a lembrança Já fui o vento Nunca perdi as esperanças E de tanto descontentamento Me restou as mudanças No meu discernimento Sou mais um em tantos outros Mas meu pedido foi indeferido Foi culpa dos astros Talvez até de um descuido Não deixei rastros Já fui querido Já fui … Continuar lendo Deixa-me ser – Giuliano Fordelone

Seu Corpo, minha paixão

No seu corpo eu via estrelas Pelas vias de tuas veias O sangue pulsava paulatinamente E lá eu estava entre seus contornos Volumes e adornos, minha alegria Em minha mente Teus olhos esverdeados Cristal profundo, me perco em meus desejos moribundo Partiu e deixou o anseio, o desejo de verão Seu Corpo, minha paixão