Superar – Giuliano Fordelone

Tantos rostos e nenhum mais cativa minha admiração. Tantos corpos e nenhum mais causa-me euforia. Tantas personalidades e nenhuma chama meu desejo. Já não tenho a quem amar nem a desejar. És enfadonho a busca incessante por tal romance. Esse consumismo de corpos, egos e pessoas é fatídico! Deixe caçoar, até mesmo se preocupar pelo … Continuar lendo Superar – Giuliano Fordelone

Notas de uma noite qualquer – Giuliano Fordelone

E quem nunca teve lembranças tão meigas que fizeram-te mais seletivo? Contra o romance burguês, o consumismo sexual, afetivo, e por que não de seres humanos? Vamos lá, oferecer mais vínculos do que apenas solidão por solidão!

Meus exageros, seus olhos

Meu problema talvez seja meus exageros, Esse meu jeito de me expressar Meu romantismo, minhas poesias Mas compor poesias e olhar naqueles olhos Me ver refletidos neles, não há palavras que possa descrever As sensações, as emoções que me passam... A boca fala palavras, mas os olhos... esses sim, Sabem o que dizem sem dizer … Continuar lendo Meus exageros, seus olhos

Amor Platônico, bang bang – Giuliano Fordelone

Quando o amor platônico volta o coração pede trégua. Quando o poeta indigno e maltrapilho te avista na rua, Medroso ele, se esquiva. Pois é a vida tem dessas... Desejar aquilo que não podemos tocar, Na esperança de um dia poder nos falar de novo. Quem lê pensa que é um livro ou um filme, … Continuar lendo Amor Platônico, bang bang – Giuliano Fordelone

Na escuridão a curva é mais fechada – Giuliano Fordelone

Vejo nos teus olhos o brilho sagaz de um amanhecer. Posso sentir seu cheiro por entre campos de rosas. Posso te enxergar no escuro de um céu cheio de estrelas. Me debruçar em seu corpo, afagar sua alma, Dançar com seus lábios, e dirigir por suas curvas. Este é um caminho que não posso percorrer. … Continuar lendo Na escuridão a curva é mais fechada – Giuliano Fordelone

Dois Extremos – Giuliano Fordelone

Confesso! Minha vontade é fraca e ambígua. Ora penso em ser hedonista e me entregar aos prazeres. Mas meu afeto cresce e vejo que sou um coração mole. Ora penso em ser um taoista e me entregar ao desapego. Mas me perco em meus próprios remorsos. E talvez este seja os extremos pelo qual me … Continuar lendo Dois Extremos – Giuliano Fordelone