21 Anos de Uma Juventude – Giuliano Fordelone

E lá vem as poesias homenagear lembranças Lembranças que jamais poderão ser esquecidas Vidas deixadas pra trás por todo tipo de juventude   Juventude incerta, insegura, distante, infantil... Buscava, entre quilômetros, um amor para cultivar E no emaranhado coisa mal ditas, caímos num abismo   Tudo fora em vão, tudo fora deixado de lado e … Continuar lendo 21 Anos de Uma Juventude – Giuliano Fordelone

Viver é uma meritocracia por excelência – Giuliano Fordelone

Viver é nascer diante um precipício. Viver é crescer se jogando do precipício. Viver é amadurecer tentando voar caindo no precipício. Nesse meio tempo você sabe que não vai voar, Mas prefere acreditar que tudo isso faz sentido, Dando significado ao esforço, chamando-o de mérito!   Obra: Sitters Autor: Karl Pavlovich Bryullov Ano: 1817 Material: Óleo sobre tela O … Continuar lendo Viver é uma meritocracia por excelência – Giuliano Fordelone

Deixa-me ser – Giuliano Fordelone

Já fui o tempo Já fui a lembrança Já fui o vento Nunca perdi as esperanças E de tanto descontentamento Me restou as mudanças No meu discernimento Sou mais um em tantos outros Mas meu pedido foi indeferido Foi culpa dos astros Talvez até de um descuido Não deixei rastros Já fui querido Já fui … Continuar lendo Deixa-me ser – Giuliano Fordelone

Superar – Giuliano Fordelone

Tantos rostos e nenhum mais cativa minha admiração. Tantos corpos e nenhum mais causa-me euforia. Tantas personalidades e nenhuma chama meu desejo. Já não tenho a quem amar nem a desejar. És enfadonho a busca incessante por tal romance. Esse consumismo de corpos, egos e pessoas é fatídico! Deixe caçoar, até mesmo se preocupar pelo … Continuar lendo Superar – Giuliano Fordelone

Andando em Círculos – Giuliano Fordelone

- Aquela noite fria que te faz pensar. - Aquele pensar que depende do que. - Aquele depende que te faz pensar. - Argumentos em círculos, e eu volto a falhar. - São aquelas falhas que te inclinam a acertar. - São aqueles acertos que te tornam a errar. - São pequenos monólogos que não … Continuar lendo Andando em Círculos – Giuliano Fordelone

Notas de uma noite qualquer – Giuliano Fordelone

E quem nunca teve lembranças tão meigas que fizeram-te mais seletivo? Contra o romance burguês, o consumismo sexual, afetivo, e por que não de seres humanos? Vamos lá, oferecer mais vínculos do que apenas solidão por solidão!

Palavras, veludo, abraço e laços – Giuliano Fordelone

O que são a palavras se não ações que dançam no ar até nossos ouvidos? Palavras, palavras nunca são apenas palavras, são a expressão de um sentimento para além das ações! - Cuidem de suas PALAVRAS!

Anos-luzes – Giuliano Fordelone

Sente-se aqui onde não mais corre a vida. Como que o mundo gira-se de ponta cabeça. No espaço já não há mais espaço de tantas tranqueiras. Pois é, a anos luz vinda até aqui, partiu-se sem se despedir. E até que não foi tão ruim, tal visita ainda ficou em mim. E o que dizer … Continuar lendo Anos-luzes – Giuliano Fordelone

Lero-lero

Beiro o precipício do niilismo. Um circulo infernal posto num pedestal.   Essa minha mania de ver a fundo, Tanto na mais bela arte como na umbral dos pensamentos.   Veja que audaz, um poeta metido a filósofo, Procurando as razões num coração sem razão.   Quem é Pascal? Quem fora Renato Russo? Não importa … Continuar lendo Lero-lero

Não há tragédia maior do que não amar – Giuliano Fordelone

Digo: - Não renunciarei. Repito: - Não renunciarei! Não renunciarei a nenhuma oportunidade, Nem de ser feliz, nem de compor e falar de amor. Pois poesias são mais do que palavras! São extremos de corpo, mente e alma. Pra falar do corpo, basta sentir-se num, Pra falar da mente, basta pensar criticamente, Pra falar d'alma, … Continuar lendo Não há tragédia maior do que não amar – Giuliano Fordelone

Artista sem Arte – Giuliano Fordelone

O desinteresse pela arte faz apagar o brilho d'alma. Veja quanta pluralidade: têm o drama, o épico e o trágico! No dia dedicado aos apaixonados, carece de emoção... Emoção que transborda, ora em palavras, ora em lágrimas. E quando a vida não bastar, há a arte para consolar. E quando o amor não prevalecer, há … Continuar lendo Artista sem Arte – Giuliano Fordelone

Revela-te quem tu és, corpo e alma – Giuliano Fordelone

A desbanalização do culto ao corpo. Não é apenas revelar o que a sociedade esconde, e sim contemplar o belo, a beleza além do corpo à alma!

Não à pátria; a favor da humanidade – Giuliano Fordelone

Não tenho amor à pátria Nem amor a terra, pois O objeto desse sentimento É a humanidade, é a cultura Tal patriotismo levou a guerra. Tal regionalismo levou a separação. Mas que com sentido unívoco de ser humano Da diversidade de cultura se faz o laço de ser humano.

Versos em Prosa. Prosa em Versos – Giuliano Fordelone

Versos em Prosa. Prosa em Versos - Giuliano Fordelone - É uma poesia que mistura a forma em prosa e em versos, dando-lhe uma nova experiência literária poética

Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço – Giuliano Fordelone

Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço - Giuliano Fordelone. Tudo o que devemos fazer e sabemos, mesmo assim não fazemos e recomendamos!

Forma de Amor e Tesão – Giuliano Fordelone

Formas de Amor e Tesão - É a expressão de sensações e emoções de quem se ama, aquele que se ama tem amor parar dar e guardar e viajar pelo mundo! - Escultura da Imagem de Dier Wiegman - Atlas off Balance

Inverso do Universo

Pinto-me de sabores e degusto cores. Meu estomago respira fogo, Meus pulmões digerem o ar, Meus rins bombeiam visões, Das quais meus olhos filtram o mundo. Ontem fui homem, hoje sou máquina, Com funções diversas daquelas de natureza. Vivo e vivemos inseridos num holograma do real. Uma surrealidade realista, onde há guerras e horrores. Somos … Continuar lendo Inverso do Universo

Estranho-me

Por entre as belezas do céu e do inferno prefiro o limbo. Uma imensidão de vazio que não se pode definir, Não é aqui nem ali ou acolá. E nessa indefinição propriamente literária ou filosófica, Posso ser o que me convir a ser dentro da minha mente. Obviamente, somos o que queremos ser em estado … Continuar lendo Estranho-me

Eterna Decadência

No mundo tudo foi feito para quebrar, nada dura... E o mundo não irá entender o que eu sinto E ainda que nas verdades de tuas mentiras Eu talvez encontre a paz em seus braços Não importa o que vão falar ou pensar Eu faria de tudo um pouco para você me notar E ainda … Continuar lendo Eterna Decadência

Mundo surdo, amontoados de absurdos!

Dizem que o isolamento traz consequências nefastas para a saúde. Mas esquecem que não há isolamento maior do que uma multidão. Reconheço hoje, que o isolamento, é outro nome para silêncio. Num mundo tão barulhento, gritantemente falta sensibilidade. Falta sensibilidade de quem grita e de quem ouve. Falta sensibilidade de quem se isola e de … Continuar lendo Mundo surdo, amontoados de absurdos!

Ora Dédalo, Ora Ícaro.

Talvez seja a hora, já não importa! Quem diria hein, mais um dia... Se me perco em meus pensamentos, É porque minha realidade já não interessa. Pensei, que tudo que há de novo, há de bom, Mas que a bondade não lhe trará novidades. Pense! Se tudo que é bom dura pouco, Quem dirá a … Continuar lendo Ora Dédalo, Ora Ícaro.

Seu Corpo, minha paixão

No seu corpo eu via estrelas Pelas vias de tuas veias O sangue pulsava paulatinamente E lá eu estava entre seus contornos Volumes e adornos, minha alegria Em minha mente Teus olhos esverdeados Cristal profundo, me perco em meus desejos moribundo Partiu e deixou o anseio, o desejo de verão Seu Corpo, minha paixão

Tempos e História, memória sem história

O bicho homem carece de memória, Dizem ser racional, mas essa racionalização O tornou irracional, ao menos sem consciência. Em minha memória vislumbro em quatro dimensões Cheiro de fogo e queimadas, pólvora e facadas. Sinto na pele o gás e as chicotadas, no campo ou no tronco. Fora a guerra de insultos, a polarização e … Continuar lendo Tempos e História, memória sem história

Vida, apenas mais uma estrada

Definitivamente. Farei da minha vida um caminho sem começo nem fim. Terei o passo leve, porém contínuo. Só ei de levar aquilo que posso suportar. Nem mais, nem menos. Somente o necessário, o essencial invisível aos olhos. Há quem poderá me acompanhar, entretanto, outros tantos serei obrigado a me afastar. Mas quando se para pra … Continuar lendo Vida, apenas mais uma estrada

Corpo, prisão sem grades. Alma delinquente penitente.

Quando os prazeres da carne não é capaz de suprimir os prazeres da alma, cabe a quem "errantemente" vaga encontrar algo aquém desde mundo. Putrefato, podre corpo fadado a decadência, não há beleza, não há ópio que possa sanar tal determinismo. Do corpo, os instintos que busca por sobrevivência, tentando escapar por todos os meios … Continuar lendo Corpo, prisão sem grades. Alma delinquente penitente.

Adeus História!

A história não importa mais... Passamos por bombas, Por armas e facas E ainda resta o gás como estaca.   Não importa o que aconteceu ontem. Não se muda o futuro conhecendo o passado. Vemos sentimentos nacionais brotarem, Em meio a tantos campos minados!!   AH! o Ser Humano, deixou sua humanidade... Faz do outro … Continuar lendo Adeus História!

Complexidade e Consciência

Percebo e percebo-me Uma mente que se expande Jamais volta ao tamanho anterior Realmente, se fez verdade Após contemplar a complexidade Atingir a consciência, não há volta Qualquer tentativa de redução Qualquer tentativa de simplificação Qualquer tentativa de abstração Se torna absurdamente doloroso! Um caminhar solitário Torna-se angustiante tal existência... Tantos desejos conflitantes Tantos anseios … Continuar lendo Complexidade e Consciência

Sou chamas, poeta que ama

Um poeta ilude, não pela mentira Mas por ver beleza onde só cabe feiura e tristeza Ser poeta é ser intenso. Como a poesia que fiz outro dia Quero ser alguém que encanta, que enlouquece e que apetece Mas as pessoas tem medo de pessoas intensas... Somos como chamas! Podemos queimar até quem nos ama... … Continuar lendo Sou chamas, poeta que ama

Te encanta, te enlouquece e te apetece

As vezes me esqueço que sou muito intenso Um olhar vago e um sorriso largo, ah! já me satisfaço Não quero muito, mas quero pouco de muito e não de muitos Já ia esquecendo, quase que me perco em tantos sentimentos Meu humor é como rio, passa por pedras e cascalhos E eu nunca paro! … Continuar lendo Te encanta, te enlouquece e te apetece

Visão do Futuro refletido numa Tragédia!

Quando penso no destino vejo como ele pode ser cômico comigo. Ele me da a visão, me faz ver todos os caminhos pelo qual percorro para transforma-lo, tragédia! Em meus pensamentos percorro trilhas, passo por ruas e becos, e corro para todas as direções procurando uma saída sem fim. Tragédia, tragédia, tragédia... Tudo que eu … Continuar lendo Visão do Futuro refletido numa Tragédia!

Indiferença, Ignorância e Antipatia

É a indiferença que consome, A ignorância que mata E antipatia que afasta. Como seria se o tempo passasse na memória. Se todas as história não fosse um ponto de vista. Que a incerteza fosse inspiração e não motivo de reclusão. Ah se o mundo fosse menos mundano, Se as pessoas fossem menos efeito borracha, … Continuar lendo Indiferença, Ignorância e Antipatia

Meus exageros, seus olhos

Meu problema talvez seja meus exageros, Esse meu jeito de me expressar Meu romantismo, minhas poesias Mas compor poesias e olhar naqueles olhos Me ver refletidos neles, não há palavras que possa descrever As sensações, as emoções que me passam... A boca fala palavras, mas os olhos... esses sim, Sabem o que dizem sem dizer … Continuar lendo Meus exageros, seus olhos

Arthur Rimbaud

Jean-Nicolas Arthur Rimbaud (Charleville, 20 de outubro de 1854 — Marselha, 10 de novembro de 1891) foi um poeta francês.[1]Produziu suas obras mais famosas quando ainda era adolescente sendo descrito por Paul James, à época, como "um jovem Shakespeare". Como parte do movimento decadente, Rimbaud influenciou a literatura, a música e a arte modernas. Era … Continuar lendo Arthur Rimbaud

Tentativas de Saudades

Hoje tentei não sentir saudade, Pois a saudade nos revela, Revela nossa incapacidade de tentar, de seguir, de amar... Mas sigo confiante, pois a paixão pode ser destruidora, Mas a maturidade nos ensina a construir pontes indestrutíveis, A olhar para o passado e ter a consciência de que fiz o melhor! Não posso alterar como … Continuar lendo Tentativas de Saudades

Eros o Deus do Amor

Na mitologia encontramos algumas meias verdades. Vejamos o Eros, Deus do amor, filho de Afrodite, Deusa do Amor, da Beleza e da Sexualidade e filho de Ares, Deus da Guerra. Talvez os gregos já sabiam que Amor, Beleza e Sexualidade era as medidas de uma Guerra que jamais se acaba, não tem vencidos nem vencedores. … Continuar lendo Eros o Deus do Amor

A cada desencontro um recomeço

Aos líricos, inspiração, Aos desapegados, alívio, Aos poetas, palavras. Como o vento sopra, O desabado do que estava guardado, Na memória, experiências de maturidade. Não se sabe ao certo Se é o momento que faz um poeta Ou se é um sentimento que compõem a poesia. E dizia Cássia Eller: "Eu sou poeta e não … Continuar lendo A cada desencontro um recomeço

Tempo, Ócio e Ânsia – Giuliano Fordelone

Tempo, Ócio e Ânsia - Giuliano Fordelone Ilustração: Cabeça de Um Homem Guilhotinado por Théodore Géricault (1818) no Instituto de Arte Chicago. Crédito da imagem: Peter Eimon no Flickr.

Tempo de Inspirações – Giuliano Fordelone

Tempo de Inspirações - Giuliano Fordelone: Essa poesia significa a volta da inspiração, como o tempo passa e a vida é como as estações, cíclicas.

Belas Artes – Giuliano Fordelone

Queria, e ainda quero poder ser, Apenas mais um artista. Me parece tão fácil enfrentar essas inconstâncias pela arte, E suas diversas formas da Filosofia Estética. A música que toca o íntimo, A pintura que nos remete as lembranças. E o que dizer das poesias? Elas tão belas, contidas em músicas. Essas tão simétricas, Contidas … Continuar lendo Belas Artes – Giuliano Fordelone

Seres Mutáveis. – Giuliano Fordelone

Alguém dizia que não poderia viver sem mim, Impresso naquelas palavras, com aquela melodia, Dizia que estava com medo, dizia que estava apaixonado... Fatos passados não mudam, as pessoas sim, O ser por si só, é absolutamente mutável e complexo. Nada fica de fora, nem nada ficou dentro. E a história sempre é contada com … Continuar lendo Seres Mutáveis. – Giuliano Fordelone

Amor Platônico, bang bang – Giuliano Fordelone

Quando o amor platônico volta o coração pede trégua. Quando o poeta indigno e maltrapilho te avista na rua, Medroso ele, se esquiva. Pois é a vida tem dessas... Desejar aquilo que não podemos tocar, Na esperança de um dia poder nos falar de novo. Quem lê pensa que é um livro ou um filme, … Continuar lendo Amor Platônico, bang bang – Giuliano Fordelone

Na escuridão a curva é mais fechada – Giuliano Fordelone

Vejo nos teus olhos o brilho sagaz de um amanhecer. Posso sentir seu cheiro por entre campos de rosas. Posso te enxergar no escuro de um céu cheio de estrelas. Me debruçar em seu corpo, afagar sua alma, Dançar com seus lábios, e dirigir por suas curvas. Este é um caminho que não posso percorrer. … Continuar lendo Na escuridão a curva é mais fechada – Giuliano Fordelone

Pequeno Idiota – Giuliano Fordelone

Deixo de refletir-me no espelho, pois já não me reconheço mais. Por fim minha identidade foi escoando pouco a pouco. Perco-me pelas ruas procurando por olhares. Perco-me nos livros tentando me encontrar. Mas para tudo que eu olho não vejo nada. E tudo que eu ouço é o vazio da minha personalidade. Corrompido pelos vícios, … Continuar lendo Pequeno Idiota – Giuliano Fordelone

Peculiaridade – Giuliano Fordelone

Se me permitem dizer, cada ser humano é único e especial em sua peculiaridade. A cada linha desenhada, as melhores são as curvas... De um sorriso inesperado ou até mesmo provocado, As curvas da timidez que se revela pelos olhares transversais. Pois é, não tem definição, não tem como declarar... Procurar alguém com tais qualidades. … Continuar lendo Peculiaridade – Giuliano Fordelone

Dois Extremos – Giuliano Fordelone

Confesso! Minha vontade é fraca e ambígua. Ora penso em ser hedonista e me entregar aos prazeres. Mas meu afeto cresce e vejo que sou um coração mole. Ora penso em ser um taoista e me entregar ao desapego. Mas me perco em meus próprios remorsos. E talvez este seja os extremos pelo qual me … Continuar lendo Dois Extremos – Giuliano Fordelone

Essa tal de beleza – Giuliano Fordelone

Penso na beleza e procuro argumentos que a justifiquem... Penso na beleza e procuro palavras para descreve-la... Penso na beleza e só me vem imagens a cabeça... Como descrever algo que não vem de fora e sim de dentro? Como descrever que não é a cor dos olhos nem a cor da pele? Como descrever … Continuar lendo Essa tal de beleza – Giuliano Fordelone

Por que prefiro um Monólogo num blog?

Essa reflexão é um tanto que íntima, e compartilho com quem realmente tem interesse de ler e talvez vá até se identificar comigo. Por que prefiro um monólogo num blog? Divididos em diversos temas e assuntos, posso melhor organizar minhas reflexões, sem medo de errar e ser ridicularizado por isso. Também serve como fonte de inspiração … Continuar lendo Por que prefiro um Monólogo num blog?