Viver é uma meritocracia por excelência – Giuliano Fordelone

Viver é nascer diante um precipício. Viver é crescer se jogando do precipício. Viver é amadurecer tentando voar caindo no precipício. Nesse meio tempo você sabe que não vai voar, Mas prefere acreditar que tudo isso faz sentido, Dando significado ao esforço, chamando-o de mérito!   Obra: Sitters Autor: Karl Pavlovich Bryullov Ano: 1817 Material: Óleo sobre tela O … Continuar lendo Viver é uma meritocracia por excelência – Giuliano Fordelone

Deixa-me ser – Giuliano Fordelone

Já fui o tempo Já fui a lembrança Já fui o vento Nunca perdi as esperanças E de tanto descontentamento Me restou as mudanças No meu discernimento Sou mais um em tantos outros Mas meu pedido foi indeferido Foi culpa dos astros Talvez até de um descuido Não deixei rastros Já fui querido Já fui … Continuar lendo Deixa-me ser – Giuliano Fordelone

Superar – Giuliano Fordelone

Tantos rostos e nenhum mais cativa minha admiração. Tantos corpos e nenhum mais causa-me euforia. Tantas personalidades e nenhuma chama meu desejo. Já não tenho a quem amar nem a desejar. És enfadonho a busca incessante por tal romance. Esse consumismo de corpos, egos e pessoas é fatídico! Deixe caçoar, até mesmo se preocupar pelo … Continuar lendo Superar – Giuliano Fordelone

Monólogos Introspectivos #1

- Aprenda, se amar é do caralho e ninguém que esteja disposto a se oferecer de corpo e alma, dar-lhe uma companhia humana vale tua solidão. Já foi dito, nunca é alto o preço a se pagar por pertencer a si próprio.   - Mas fica a ressalva, se amar não é ser arrogante, nem … Continuar lendo Monólogos Introspectivos #1

Revolução e Constituição: dois meios fracassados?

A maior utopia - ou distopia, para ser mais exato – dos séculos XX e XXI é acreditar que qualquer tipo de revolução levará a uma sociedade mais justa. Isso na verdade não passa de uma ilusão, a História que nos precede prova que todo ato revolucionário – por mais justo que fosse ou possa ser os ideais – descambaram em tomada de poder do lado vencedor e a permanência e manutenção do poder conquistado – nada mais que Niccolo Machiavelli em 1513 não tivesse previsto.

Notas de uma noite qualquer – Giuliano Fordelone

E quem nunca teve lembranças tão meigas que fizeram-te mais seletivo? Contra o romance burguês, o consumismo sexual, afetivo, e por que não de seres humanos? Vamos lá, oferecer mais vínculos do que apenas solidão por solidão!

Não há tragédia maior do que não amar – Giuliano Fordelone

Digo: - Não renunciarei. Repito: - Não renunciarei! Não renunciarei a nenhuma oportunidade, Nem de ser feliz, nem de compor e falar de amor. Pois poesias são mais do que palavras! São extremos de corpo, mente e alma. Pra falar do corpo, basta sentir-se num, Pra falar da mente, basta pensar criticamente, Pra falar d'alma, … Continuar lendo Não há tragédia maior do que não amar – Giuliano Fordelone

Artista sem Arte – Giuliano Fordelone

O desinteresse pela arte faz apagar o brilho d'alma. Veja quanta pluralidade: têm o drama, o épico e o trágico! No dia dedicado aos apaixonados, carece de emoção... Emoção que transborda, ora em palavras, ora em lágrimas. E quando a vida não bastar, há a arte para consolar. E quando o amor não prevalecer, há … Continuar lendo Artista sem Arte – Giuliano Fordelone

A Diversidade que nos une!

Hoje é o 66º Aniversário de Gilbert Baker, criador da famosa bandeira de arco-íris representando a DIVERSIDADE humana, originalmente em 8 cores, cada uma representava um aspecto da humanidade. Posteriormente reduzida para 6 cores. Adotada pelo movimento LGBT, a Rainbow Flag simboliza a união da diversidade representada pela humanidade. Somos todos diferentes e nessa diferença … Continuar lendo A Diversidade que nos une!

Arthur Rimbaud

Jean-Nicolas Arthur Rimbaud (Charleville, 20 de outubro de 1854 — Marselha, 10 de novembro de 1891) foi um poeta francês.[1]Produziu suas obras mais famosas quando ainda era adolescente sendo descrito por Paul James, à época, como "um jovem Shakespeare". Como parte do movimento decadente, Rimbaud influenciou a literatura, a música e a arte modernas. Era … Continuar lendo Arthur Rimbaud