Anos-luzes – Giuliano Fordelone

Sente-se aqui onde não mais corre a vida.
Como que o mundo gira-se de ponta cabeça.
No espaço já não há mais espaço de tantas tranqueiras.

Pois é, a anos luz vinda até aqui, partiu-se sem se despedir.
E até que não foi tão ruim, tal visita ainda ficou em mim.
E o que dizer das tecnologias aqui deixadas.

Pois é, fogo azul que arde mais que gelo.
Que queima frio a dentro no Sul do país.
Jamais fora como foi em qualquer parte do mundo.

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