– E quem se importa? – Eu me importo!

A espécie mais inteligente desse planeta se tornou um mar de diversidades culturais, intelectuais. É de fato um ser vivo complexo por natureza, o chamado homo complexus.

E no meio disso tudo a tecnologia humana caminha para nos substituir, inclusive nossa identidade tem sido substituída! Veja que uma tecnologia qualquer vale mais que a vida de um ser humano, com capacidade de processamento diversos, complexidade matemática previsível e pré-determinada que nos obriga a cada vez mais nas relações humanas nos “automatizar”. É um bom dia, um adeus, um eu te amo tudo no automático das obrigações e responsabilidades sociais. Obrigações e responsabilidades destituídas de espirito humano, apenas a carcaça atua como foi programa para atuar.

Talvez, mas é apenas uma hipótese, o único sentimento não simulado ou dissimulado seja a saudade! O sentimento de falta e/ou perca é o único que nos obriga a pensar em nós mesmos e no outro. Veja que a sensibilidade humana, a capacidade de rir, chorar, interpretar sentimentos em expressões, formas e artes é o que temos de mais valioso depois do nosso tempo, sendo o tempo que temos a matéria mais nobre que podemos investir em qualquer outra matéria. Por assim dizer, o tempo, é a matéria prima, a primeira propriedade após da vida a ser reconhecida e assimilada em nossa identidade.

Quanto tempos nós temos? Quanto tempo nos resta? Quanto tempo perdemos? Quanto tempo aproveitamos? É a diversidade de “tempos” que nós faz ser o que somos, a formação constante de nosso espirito. E o que é que estamos fazendo com ele? Desperdiçando em relações vazias? Muito. Desperdiçando em meras expectativas profissionais? Constantemente. Acreditando que o conhecimento tecno-científico é a salvação de nós mesmo? Está ai as universidades que não universalizam nada e não produzem absolutamente nada de relevante ao espirito humano.

O que é a formação humana sem o desenvolvimento de suas potencialidades e o aprimoramento de nossa natureza homo complexus? Estou pra descobrir e talvez viva para isso e morra sem encontrar o detalhe que nos falta para superar o que chamamos de humanidade para algo além das nossas imaginações.

Eu me importo com o que somos, com o que nos tornamos e o que seremos e nos tornaremos!

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