Amor Platônico, bang bang – Giuliano Fordelone

Quando o amor platônico volta o coração pede trégua.
Quando o poeta indigno e maltrapilho te avista na rua,
Medroso ele, se esquiva.

Pois é a vida tem dessas…
Desejar aquilo que não podemos tocar,
Na esperança de um dia poder nos falar de novo.

Quem lê pensa que é um livro ou um filme,
Apenas uma história interlocutória,
Só que essa não entristece, pois é platônico.

Ama enquanto deseja, mas ninguém sabe o que ocorre depois disso.
Ainda sim, diante de tudo e de todos, esse amor platônico nos faz refletir.
De onde eu vim e para onde vou? Não sou ninguém esperando alguém.

Sejamos aristotélicos então,
Já ficamos, já nos beijamos e nos abraçamos,
Ainda sim nada deu certo, lá vem eu de novo como um cego…

Amor platônico tem dessas coisas,
Vai e vem, feito boomerang, mas quando pega…
E uma baita de uma pancada de consciência.

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